A Grécia é uma daquelas viagens que a pessoa guarda a vida inteira — e também uma das que mais dá errado quando se tenta fazer tudo. São quase seis mil ilhas, e o erro clássico é querer pegar quatro ou cinco em dez dias. Cada troca de ilha custa meio dia entre porto, balsa e transfer. Mais ilhas quase nunca significa mais Grécia.
Este é o roteiro que eu preparo para quem vai pela primeira vez: Atenas, Mykonos e Santorini em 10 dias, contando a saída do Brasil e a volta. Com tempo de sentar numa taverna sem olhar o relógio.
1. Como se chega na Grécia
A porta de entrada é o Aeroporto Internacional de Atenas – Eleftherios Venizelos (ATH), disparado o maior do país: foram cerca de 34 milhões de passageiros em 2025, segundo a própria administração do aeroporto. É por ali que praticamente todo brasileiro chega.
Não existe voo direto do Brasil para a Grécia. A viagem é sempre com conexão — em geral Lisboa, Madri, Paris, Frankfurt, Roma ou Istambul. Somando tudo, são de 15 a 23 horas de porta a porta, dependendo da combinação e de quanto tempo você fica parado na conexão. Saindo de Porto Alegre, acrescente o trecho até São Paulo.
Essa diferença de horas não é detalhe: é a diferença entre chegar em Atenas inteiro e chegar destruído. É a primeira coisa que eu olho quando preparo uma viagem para a Europa.

2. Atenas: a Acrópole e o resto
A Acrópole é o motivo de Atenas estar no roteiro. Lá em cima ficam o Partenon e os outros templos, e a vista pega a cidade inteira. Hoje a visita é por horário marcado: você escolhe data e hora na compra, e o ingresso vale para aquela entrada. O sítio abre às 8h — e essa é a hora de estar na fila.
Pelo Ministério da Cultura da Grécia, o ingresso da Acrópole custa €30 (meia €15). O Museu da Acrópole é ingresso separado, €20 — e vale, porque é onde estão as esculturas de verdade; lá em cima boa parte é réplica.
Aos pés da Acrópole fica Plaka, o bairro antigo, de ruas estreitas, casas com flor na sacada e tavernas com música ao vivo. Do lado, Monastiraki, do mercado de pulgas e da vida noturna. Completam o passeio a Ágora Antiga, o Templo de Zeus Olímpico e o Monte Licabeto, o ponto mais alto da cidade, bom no fim de tarde.


Quem tiver um dia sobrando em Atenas pode fazer o bate-volta ao Cabo Sounion, onde fica o Templo de Poseidon, de frente para o mar Egeu. São cerca de uma hora e meia de carro, e o templo é um dos lugares mais procurados do país para ver o pôr do sol.
Quer conhecer a Grécia?
Eu cuido do aéreo, dos hotéis, das balsas entre as ilhas e dos passeios num pacote só, com saída de Porto Alegre ou da sua cidade.

3. Como ir de uma ilha para a outra
É a dúvida número um de quem planeja a Grécia, e a resposta é: as duas coisas, balsa e avião, escolhendo conforme o trecho.
As balsas vêm em dois tipos. As rápidas são mais caras e cortam o tempo quase pela metade. As convencionais são navios maiores, mais baratos, mais lentos — e bem mais estáveis quando o mar mexe.
| Trecho | Tempo e preço |
|---|---|
| Atenas → Mykonos de balsa |
2h30 a 5h · €28 a €90A rápida fica perto de 2h30; a convencional passa de 4h. Sai dos portos de Pireu ou Rafina. |
| Atenas → Santorini de balsa |
5h a 9h · €46 a €90É o trecho mais longo do roteiro. Saindo do Pireu, que tem travessia o ano inteiro. |
| Mykonos ↔ Santorini de balsa |
2h a 3h30 · €30 a €90Não existe voo direto útil entre as duas: aqui é balsa mesmo. A ligação é sazonal, mais ou menos de março a novembro. |
| Atenas → ilhas de avião |
45 min · €42 a €120Aegean e Sky Express. Compensa no dia da volta, quando não dá para arriscar o horário. |
Atenas tem dois portos — e isso muda sua manhã
O famoso é o Pireu: tem estação de metrô na porta (linha 1), muito mais rotas e travessia para Santorini o ano inteiro. É o porto certo para quem já está hospedado no centro.
Mas existe o Rafina, bem mais perto do aeroporto e com travessia mais rápida para Mykonos. Para quem desembarca em Atenas e já quer seguir para a ilha no mesmo dia, Rafina economiza quase uma hora. O porém: Rafina não tem metrô — é ônibus ou táxi.

4. Mykonos e a ilha de Delos
Mykonos é a ilha da vida noturna e dos beach clubs, mas é injusto reduzi-la a isso. A vila, a Chora, é um labirinto de ruas brancas, portas azuis e buganvílias, com os moinhos de vento no alto e a Little Venice — a fileira de casas com o pé dentro da água, onde todo mundo vê o pôr do sol.
Uma coisa boa de saber: todas as praias de Mykonos são públicas e de graça. O que se paga é a espreguiçadeira e o guarda-sol dos beach clubs, se você quiser. O ônibus local liga a vila às praias por poucos euros.


E aqui vai o passeio que quase ninguém coloca no roteiro: Delos. É uma ilha inteira transformada em sítio arqueológico, Patrimônio Mundial da UNESCO, a cerca de 20 minutos de barco do porto velho de Mykonos. Ninguém mora lá e não é permitido dormir na ilha — o último barco de volta sai no começo da tarde, então o passeio é de manhã. A entrada no sítio custa em torno de €12.

5. Santorini
Santorini é o que sobrou de uma explosão vulcânica gigantesca: um anel de ilhas em volta de uma cratera inundada pelo mar, a caldeira. As vilas brancas ficam equilibradas na borda do penhasco, com o mar lá embaixo. É por isso que a foto é aquilo.
Oia é a vila das cúpulas azuis e do pôr do sol mais disputado da Grécia — no verão, chegue com uma hora e meia de antecedência se quiser lugar. Fira é a capital, mais movimentada, com mais restaurante e comércio. E dá para fazer o passeio de barco até o vulcão, com parada nas fontes termais.
Para quem vai com criança, as praias ficam do outro lado da ilha: Perissa e Kamari, de areia escura vulcânica, ruas planas e mar de entrada mansa. Hospedar-se ali sai bem mais em conta do que na borda da caldeira — e poupa escadaria.
6. As outras ilhas que valem
Se você tiver mais dias, ou quiser trocar uma das duas, estas são as mais procuradas depois de Santorini e Mykonos:
Naxos
Cíclades, perto de Mykonos e Paros
Mar raso e calmo, praia com taverna e banheiro ao lado, e preço bem abaixo das vizinhas. É a ilha que eu sugiro no lugar de Mykonos para quem viaja com filho pequeno.
Paros
Cíclades, no caminho entre as duas
Agrada quase todo mundo: tem vila bonita, praia boa, movimento à noite sem exagero, e fica no meio do caminho entre Mykonos e Santorini.
Creta
Sul da Grécia, com aeroporto próprio
Praticamente um país à parte: praias famosas, montanha, cidade grande e comida excelente. Hospedagem mais barata — mas pede uma viagem só dela.
Rodes
Dodecaneso, perto da Turquia
Tem uma cidade medieval murada inteira, de cavaleiros, que é Patrimônio da UNESCO. Fica longe das Cíclades: combina com outro roteiro, não com este.
7. O que comer na Grécia
Comer é metade da viagem, e a comida grega é simples de gostar: azeite, limão, tomate, queijo, carne na brasa. Estes são os nomes que você vai ver em todo cardápio:
Moussaka
Em qualquer taverna
Camadas de berinjela, carne moída e molho branco, tudo gratinado. A comparação que todo brasileiro faz é com lasanha — e não está errada.
Gyros e souvlaki
Nas ruas de Atenas e das vilas
Gyros é a carne fatiada do espeto vertical, no pão pita, quase sempre com batata frita dentro. Souvlaki é o espetinho grelhado. É a refeição barata da viagem.
Tzatziki e saganaki
De entrada, antes do prato
Tzatziki é o creme gelado de iogurte com pepino e alho. Saganaki é queijo frito na frigideirinha, servido quente. Os dois pedem pão.
Horiatiki e baklava
Almoço e sobremesa
A salada grega de verdade não leva alface: é tomate, pepino, cebola, azeitona e um bloco de queijo feta por cima. De sobremesa, baklava, de massa folhada com nozes e mel.

8. Melhor época para ir
Maio, junho e setembro são os melhores meses, e não é opinião solta: é quando o calor está bom, o mar já aqueceu e não há a multidão de julho e agosto. Setembro costuma ser o mais tranquilo dos três.
Julho e agosto funcionam, mas são o auge: calor forte, ilhas cheias e preço mais alto. Abril e outubro servem bem para Atenas e para conhecer as vilas, só que o mar ainda está frio em abril e em outubro muitos estabelecimentos das ilhas já começam a fechar.
De novembro a março a maior parte da estrutura turística das ilhas fecha e as travessias de balsa diminuem muito. Atenas continua ótima no inverno — mas aí é outra viagem, de cidade e museu.
9. Roteiro de 10 dias, dia a dia
Dez dias contando a saída do Brasil e a volta dão 8 noites na Grécia: 3 em Atenas, 2 em Mykonos e 3 em Santorini. Dois dias vão embora em voo e conexão — não tem jeito.
-
1
Saída do Brasil
Voo à noite, com conexão na Europa. Se a conexão for longa, vale escolher a que permite sair do aeroporto e esticar as pernas.
👧 Com crianças: peça as poltronas da primeira fileira na hora da reserva — é onde cabe o berço e sobra espaço. -
2
Chegada em Atenas
Metrô da linha 3 até o centro, check-in e nada de ambicioso: uma volta por Plaka, jantar numa taverna e dormir cedo para zerar o fuso.
👧 Com crianças: primeiro dia sem passeio marcado é o que salva o resto da viagem. -
3
Acrópole e Museu
Entrada das 8h na Acrópole, antes do calor. Descida pelo Museu da Acrópole e almoço em Plaka. À tarde, Monastiraki e o mercado.
👧 Com crianças: o museu tem o chão de vidro sobre a escavação — costuma agradar mais que as ruínas. -
4
Atenas com calma
Ágora Antiga, Templo de Zeus Olímpico e o Monte Licabeto no fim da tarde. Quem preferir, troca tudo pelo bate-volta ao Cabo Sounion.
👧 Com crianças: a subida do Licabeto já é um passeio, e a vista lá de cima paga o esforço. -
5
Balsa para Mykonos
Travessia de manhã, chegada na hora do almoço e a tarde na Chora: os moinhos, as ruas brancas e o pôr do sol na Little Venice.
👧 Com crianças: aqui é onde eu troco Mykonos por Naxos — mar raso, praia com taverna ao lado e bem mais em conta. -
6
Delos de manhã, praia à tarde
Barco cedo para Delos, a ilha-sítio arqueológico, e volta no começo da tarde. Depois, praia — todas são públicas.
👧 Com crianças: Delos é sol aberto e pedra, sem sombra. Com criança pequena, troque por um dia de praia. -
7
Balsa para Santorini
De 2 a 3 horas e meia de travessia. Transfer já combinado de Athinios até a vila, check-in e o primeiro fim de tarde olhando a caldeira.
👧 Com crianças: prefira a balsa convencional neste trecho: é maior, mais estável e tem onde andar a bordo. -
8
O vulcão e as fontes termais
Passeio de barco pela caldeira até Nea Kameni, a ilha vulcânica no meio, com parada para banho nas águas termais.
👧 Com crianças: a subida do vulcão é pedra solta e sem sombra — leve tênis fechado e água. -
9
Oia e o pôr do sol
Manhã nas praias de Perissa ou Kamari e a tarde em Oia, chegando cedo para pegar lugar no pôr do sol. É o cartão-postal da viagem.
👧 Com crianças: Oia é escadaria atrás de escadaria. Carrinho de bebê ali não anda — vá de canguru. -
10
Volta para casa
Voo de Santorini para Atenas, de 45 minutos, e conexão para o Brasil. É o dia em que vale pagar o avião em vez de arriscar a balsa.
E se eu tiver mais dias?
Este roteiro é o de primeira viagem: pega o essencial dos três lugares sem correr. Se você tiver 12 a 14 dias, a conta muda bastante, e vale:
- Santorini com 4 ou 5 noites em vez de 3 — aí cabe um dia inteiro só de praia, a caldeira sem pressa e uma folga para o caso de o vento atrapalhar.
- Mykonos com uma noite a mais, para fazer Delos de manhã sem ter que escolher entre ruína e praia no mesmo dia.
- Uma terceira ilha, Naxos ou Paros — que é justamente onde a Grécia fica mais calma e mais barata.
O que eu não recomendo é usar os dias a mais para encaixar mais ilhas. Lembra da conta do começo: cada troca custa meio dia de porto e balsa. Em dez dias, três bases é o limite saudável. Em catorze, quatro.

10. Quanto custa estando lá
Os valores abaixo são de uma pesquisa feita em outubro de 2026, com pelo menos três fontes para cada item, e os ingressos vêm do próprio Ministério da Cultura da Grécia. Estão em euro de propósito: converter para real envelhece rápido. Confirme comigo antes de viajar — eu checo os valores do momento quando preparo o seu pacote.
| Item | Valor de referência |
|---|---|
| Acrópole de Atenas | €30 por pessoaPreço do Ministério da Cultura. Meia €15. Entrada por horário marcado, escolhido na compra. |
| Museu da Acrópole | €20 por pessoaIngresso separado do sítio. Meia €10. |
| Ilha de Delos (saindo de Mykonos) |
≈ €12 a entradaO barco de ida e volta é pago à parte. Passeio com agência e guia sai a partir de uns €40. |
| Gyros ou souvlaki de rua |
€4 a €8 por pessoaA refeição barata da Grécia, e boa. Vale em Atenas e nas ilhas. |
| Taverna comum | €15 a €25 em Atenas €20 a €35 nas ilhasPrato principal com bebida. As porções costumam dar para dividir. |
| Restaurante bom com vista para a caldeira |
€40 a €70 por pessoaO jantar de comemoração em Santorini ou na Little Venice. Reserve com antecedência no verão. |
Uma observação que economiza dinheiro todos os dias: restaurante de frente para o mar cobra de 20% a 30% a mais pelo mesmo prato. Subir uma rua, para a taverna de bairro, resolve — e normalmente a comida é melhor. A gorjeta na Grécia costuma ficar entre 5% e 10%.
Estimativa de gasto por dia, por pessoa
Esses valores não incluem passagem aérea nem hotel, que já entram no pacote, nem compras. Em julho e agosto, considere algo entre 20% e 30% a mais.
11. O que saber antes de viajar
- Visto: brasileiro não precisa para turismo de até 90 dias — a Grécia é Schengen e basta o passaporte válido. O ETIAS, a autorização eletrônica nova da Europa, ainda não entrou em vigor e segue adiado. Como a data muda com frequência, eu confiro a exigência do momento antes de cada viagem.
- Moeda: euro. Cartão é aceito quase em tudo, mas vale ter dinheiro para a taverna pequena, o barco e o ônibus da ilha.
- A taxa que ninguém avisa: a Grécia cobra uma taxa de hospedagem por quarto e por noite, paga no próprio hotel e não na reserva. De abril a outubro, fica em torno de €5 num hotel 3 estrelas, €10 num 4 estrelas e €15 num 5 estrelas. Em oito noites, dá para fazer diferença no caixa — então eu já aviso antes.
- Água: em Atenas pode beber da torneira tranquilamente. Em Santorini e Mykonos a água é dessalinizada — não faz mal, mas tem gosto, e até os hotéis servem engarrafada. Compre garrafão no mercado, sai muito mais barato.
- Calçado: as vilas das ilhas são de pedra irregular e escadaria. Sandália bonita de salto não sobrevive a Oia.
O que dizem nossos clientes
"Tivemos uma experiência com a Onyx desde o primeiro contato. Atendimento diferenciado, sempre buscando saber se tínhamos alguma dúvida ou se estávamos precisando de algo, isso antes mesmo da viagem! Mesmo a distância esteve próximo a nós do início ao fim da nossa viagem, preocupado se tudo estava saindo conforme estávamos esperando. Com certeza esse foi o primeiro de muitas viagens que faremos com eles."
Danielle Gomes Rafael"Empresa incrivel, atendimento do Douglas impecável, nos deu todo suporte antes, durante e depois. Já fiz pacotes de férias e também para trabalho e desfrutamos de tranquilidade em todo tempo. Se tivesse como dar mais estrelas eu daria. Eu os encontrei pelo Instagram e desde então não faço mais há não ser com a onyx!"
Paula Menguer"Tive uma excelente experiência com a Onyx Viagens, atendimento de excelência, onde o Douglas entendeu o que precisava em tempo recorde solucionou o meu problema. Fiz um bate volta de POA a SP para um curso que foi de extrema valia para mim. Super indico!! Muito obrigado!"
Marcos Krausburg de AraujoPor que ir com a Onyx Viagens
Numa viagem para a Grécia, o que mais dá errado não é o passeio: é a emenda. A conexão apertada demais, a balsa marcada em cima do voo de volta, o transfer que ninguém contratou no porto de Santorini. É disso que eu cuido:
- Passagem aérea com a combinação de conexões com menos espera
- Hotéis em Atenas e nas ilhas, no bairro que combina com o seu perfil
- Balsas e voos entre as ilhas, reservados com antecedência
- Transfers, inclusive o do porto de Athinios até a vila
- Seguro viagem com cobertura para a Europa
- Suporte pelo WhatsApp durante toda a viagem, no fuso que for
Do orçamento até a volta para casa, você fala com uma pessoa de verdade — sem robô e sem letra miúda.
Douglas Gambim
Consultor de viagens, à frente da Onyx Viagens. Trabalho com pacotes e roteiros personalizados, com foco em Nordeste, Europa e cruzeiros — e acompanho cada cliente do orçamento até a volta.
Falar comigoPerguntas rápidas
Brasileiro precisa de visto para a Grécia?
Não para turismo de até 90 dias: a Grécia é Schengen e basta o passaporte válido. O ETIAS, a autorização eletrônica nova da Europa, ainda não entrou em vigor e segue adiado. Como a data pode mudar, a gente confere a exigência do momento antes da sua viagem.
Existe voo direto do Brasil para a Grécia?
Não. A viagem é sempre com conexão, em geral em Lisboa, Madri, Paris, Frankfurt, Roma ou Istambul. Somando tudo, são de 15 a 23 horas de porta a porta, dependendo da combinação e do tempo de espera.
Dá para conhecer a Grécia em 10 dias?
Dá para conhecer bem Atenas e duas ilhas, que é o que este roteiro faz. Dois dias vão embora em voo e conexão, sobrando cerca de 8 noites na Grécia. Para incluir uma terceira ilha ou ficar mais tempo em cada lugar, o ideal são de 12 a 14 dias.
Como se vai de uma ilha grega para a outra?
De balsa, na maior parte dos trechos. Entre Mykonos e Santorini são cerca de 2 a 3 horas de balsa rápida, e não há voo direto útil entre as duas. De Atenas para as ilhas existem as duas opções: balsa, saindo dos portos de Pireu ou Rafina, e voo doméstico, que leva cerca de 45 minutos.
Posso sair de Porto Alegre ou de outra cidade?
Sim. A Onyx cota voos saindo de Porto Alegre e de qualquer cidade do Brasil, e procura a combinação de conexões com menos espera — que numa viagem para a Europa faz muita diferença no cansaço.



