Cúpulas azuis de Oia, em Santorini, com a caldeira e o mar ao fundo
Europa · Grécia

Grécia em 10 dias: roteiro de Atenas às ilhas

Atenas, Mykonos e Santorini sem correria. O que fazer em cada lugar, como se vai de uma ilha para a outra e quanto custa cada coisa estando lá.

Orçamento para a Grécia
Porta de entradaAtenas (ATH)Sem voo direto do Brasil
Melhor épocaMaio, junho e setembroCalor bom e menos gente
Quanto tempo10 dias no totalDá 8 noites na Grécia
Ideal paraCasais e famíliasCom a troca certa de ilha

A Grécia é uma daquelas viagens que a pessoa guarda a vida inteira — e também uma das que mais dá errado quando se tenta fazer tudo. São quase seis mil ilhas, e o erro clássico é querer pegar quatro ou cinco em dez dias. Cada troca de ilha custa meio dia entre porto, balsa e transfer. Mais ilhas quase nunca significa mais Grécia.

Este é o roteiro que eu preparo para quem vai pela primeira vez: Atenas, Mykonos e Santorini em 10 dias, contando a saída do Brasil e a volta. Com tempo de sentar numa taverna sem olhar o relógio.

1. Como se chega na Grécia

A porta de entrada é o Aeroporto Internacional de Atenas – Eleftherios Venizelos (ATH), disparado o maior do país: foram cerca de 34 milhões de passageiros em 2025, segundo a própria administração do aeroporto. É por ali que praticamente todo brasileiro chega.

Não existe voo direto do Brasil para a Grécia. A viagem é sempre com conexão — em geral Lisboa, Madri, Paris, Frankfurt, Roma ou Istambul. Somando tudo, são de 15 a 23 horas de porta a porta, dependendo da combinação e de quanto tempo você fica parado na conexão. Saindo de Porto Alegre, acrescente o trecho até São Paulo.

Essa diferença de horas não é detalhe: é a diferença entre chegar em Atenas inteiro e chegar destruído. É a primeira coisa que eu olho quando preparo uma viagem para a Europa.

Dica Onyx: do aeroporto até o centro, o metrô da linha 3, a azul, vai direto até a praça Syntagma em cerca de 40 minutos — sem trânsito e sem surpresa. Existe também o ônibus X95, que roda 24 horas e sai mais barato, mas demora mais e depende do tráfego. Chegando de madrugada, o X95 é o que está funcionando.
O Partenon, na Acrópole de Atenas, com as colunas douradas sob o céu azul
O começo de tudo

2. Atenas: a Acrópole e o resto

A Acrópole é o motivo de Atenas estar no roteiro. Lá em cima ficam o Partenon e os outros templos, e a vista pega a cidade inteira. Hoje a visita é por horário marcado: você escolhe data e hora na compra, e o ingresso vale para aquela entrada. O sítio abre às 8h — e essa é a hora de estar na fila.

Pelo Ministério da Cultura da Grécia, o ingresso da Acrópole custa €30 (meia €15). O Museu da Acrópole é ingresso separado, €20 — e vale, porque é onde estão as esculturas de verdade; lá em cima boa parte é réplica.

Dica Onyx: vá às 8h em ponto, no primeiro horário. Depois das 10h o sol bate forte na pedra, não tem sombra nenhuma lá em cima e chegam os ônibus de excursão. Quem sobe cedo faz a Acrópole inteira no fresco e ainda almoça em Plaka.

Aos pés da Acrópole fica Plaka, o bairro antigo, de ruas estreitas, casas com flor na sacada e tavernas com música ao vivo. Do lado, Monastiraki, do mercado de pulgas e da vida noturna. Completam o passeio a Ágora Antiga, o Templo de Zeus Olímpico e o Monte Licabeto, o ponto mais alto da cidade, bom no fim de tarde.

Rua do bairro de Plaka, em Atenas, com casas antigas e árvores
PlakaO bairro antigo, aos pés da Acrópole. É onde se janta à noite.
A colina da Acrópole de Atenas vista de longe, com o Partenon no topo
A colinaA Acrópole vista da cidade. O Partenon está em restauro há décadas — o guindaste faz parte da paisagem.

Quem tiver um dia sobrando em Atenas pode fazer o bate-volta ao Cabo Sounion, onde fica o Templo de Poseidon, de frente para o mar Egeu. São cerca de uma hora e meia de carro, e o templo é um dos lugares mais procurados do país para ver o pôr do sol.

Quer conhecer a Grécia?

Eu cuido do aéreo, dos hotéis, das balsas entre as ilhas e dos passeios num pacote só, com saída de Porto Alegre ou da sua cidade.

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Balsa grega navegando no mar Egeu ao pôr do sol
A parte que ninguém explica

3. Como ir de uma ilha para a outra

É a dúvida número um de quem planeja a Grécia, e a resposta é: as duas coisas, balsa e avião, escolhendo conforme o trecho.

As balsas vêm em dois tipos. As rápidas são mais caras e cortam o tempo quase pela metade. As convencionais são navios maiores, mais baratos, mais lentos — e bem mais estáveis quando o mar mexe.

TrechoTempo e preço
Atenas → Mykonos
de balsa
2h30 a 5h · €28 a €90A rápida fica perto de 2h30; a convencional passa de 4h. Sai dos portos de Pireu ou Rafina.
Atenas → Santorini
de balsa
5h a 9h · €46 a €90É o trecho mais longo do roteiro. Saindo do Pireu, que tem travessia o ano inteiro.
Mykonos ↔ Santorini
de balsa
2h a 3h30 · €30 a €90Não existe voo direto útil entre as duas: aqui é balsa mesmo. A ligação é sazonal, mais ou menos de março a novembro.
Atenas → ilhas
de avião
45 min · €42 a €120Aegean e Sky Express. Compensa no dia da volta, quando não dá para arriscar o horário.

Atenas tem dois portos — e isso muda sua manhã

O famoso é o Pireu: tem estação de metrô na porta (linha 1), muito mais rotas e travessia para Santorini o ano inteiro. É o porto certo para quem já está hospedado no centro.

Mas existe o Rafina, bem mais perto do aeroporto e com travessia mais rápida para Mykonos. Para quem desembarca em Atenas e já quer seguir para a ilha no mesmo dia, Rafina economiza quase uma hora. O porém: Rafina não tem metrô — é ônibus ou táxi.

Dica Onyx: em Santorini a balsa não chega na cidade. Ela atraca em Athinios, uns 10 km abaixo de Fira, no pé do penhasco, e a subida é uma estrada de curvas. Chegar ali com mala e sem transfer combinado é o perrengue clássico da ilha — eu já deixo o transfer contratado antes de você embarcar.
Os moinhos de vento brancos de Mykonos contra o céu azul
Praia, vila branca e história

4. Mykonos e a ilha de Delos

Mykonos é a ilha da vida noturna e dos beach clubs, mas é injusto reduzi-la a isso. A vila, a Chora, é um labirinto de ruas brancas, portas azuis e buganvílias, com os moinhos de vento no alto e a Little Venice — a fileira de casas com o pé dentro da água, onde todo mundo vê o pôr do sol.

Uma coisa boa de saber: todas as praias de Mykonos são públicas e de graça. O que se paga é a espreguiçadeira e o guarda-sol dos beach clubs, se você quiser. O ônibus local liga a vila às praias por poucos euros.

As casas coloridas da Little Venice, em Mykonos, com o mar batendo na base
Little VeniceAs casas com o pé na água. O ponto do pôr do sol em Mykonos.
Ruínas do sítio arqueológico da ilha de Delos, na Grécia
DelosUma ilha inteira que é sítio arqueológico, a 20 minutos de barco.

E aqui vai o passeio que quase ninguém coloca no roteiro: Delos. É uma ilha inteira transformada em sítio arqueológico, Patrimônio Mundial da UNESCO, a cerca de 20 minutos de barco do porto velho de Mykonos. Ninguém mora lá e não é permitido dormir na ilha — o último barco de volta sai no começo da tarde, então o passeio é de manhã. A entrada no sítio custa em torno de €12.

A ilha vulcânica de Nea Kameni vista do alto de Fira, em Santorini
A caldeira de Santorini: no meio dela está o vulcão, a ilha escura de Nea Kameni.

5. Santorini

Santorini é o que sobrou de uma explosão vulcânica gigantesca: um anel de ilhas em volta de uma cratera inundada pelo mar, a caldeira. As vilas brancas ficam equilibradas na borda do penhasco, com o mar lá embaixo. É por isso que a foto é aquilo.

Oia é a vila das cúpulas azuis e do pôr do sol mais disputado da Grécia — no verão, chegue com uma hora e meia de antecedência se quiser lugar. Fira é a capital, mais movimentada, com mais restaurante e comércio. E dá para fazer o passeio de barco até o vulcão, com parada nas fontes termais.

Para quem vai com criança, as praias ficam do outro lado da ilha: Perissa e Kamari, de areia escura vulcânica, ruas planas e mar de entrada mansa. Hospedar-se ali sai bem mais em conta do que na borda da caldeira — e poupa escadaria.

6. As outras ilhas que valem

Se você tiver mais dias, ou quiser trocar uma das duas, estas são as mais procuradas depois de Santorini e Mykonos:

Melhor com crianças

Naxos

Cíclades, perto de Mykonos e Paros

Mar raso e calmo, praia com taverna e banheiro ao lado, e preço bem abaixo das vizinhas. É a ilha que eu sugiro no lugar de Mykonos para quem viaja com filho pequeno.

Equilibrada

Paros

Cíclades, no caminho entre as duas

Agrada quase todo mundo: tem vila bonita, praia boa, movimento à noite sem exagero, e fica no meio do caminho entre Mykonos e Santorini.

A maior

Creta

Sul da Grécia, com aeroporto próprio

Praticamente um país à parte: praias famosas, montanha, cidade grande e comida excelente. Hospedagem mais barata — mas pede uma viagem só dela.

Medieval

Rodes

Dodecaneso, perto da Turquia

Tem uma cidade medieval murada inteira, de cavaleiros, que é Patrimônio da UNESCO. Fica longe das Cíclades: combina com outro roteiro, não com este.

7. O que comer na Grécia

Comer é metade da viagem, e a comida grega é simples de gostar: azeite, limão, tomate, queijo, carne na brasa. Estes são os nomes que você vai ver em todo cardápio:

O prato nacional

Moussaka

Em qualquer taverna

Camadas de berinjela, carne moída e molho branco, tudo gratinado. A comparação que todo brasileiro faz é com lasanha — e não está errada.

De rua

Gyros e souvlaki

Nas ruas de Atenas e das vilas

Gyros é a carne fatiada do espeto vertical, no pão pita, quase sempre com batata frita dentro. Souvlaki é o espetinho grelhado. É a refeição barata da viagem.

Para dividir

Tzatziki e saganaki

De entrada, antes do prato

Tzatziki é o creme gelado de iogurte com pepino e alho. Saganaki é queijo frito na frigideirinha, servido quente. Os dois pedem pão.

Clássicos

Horiatiki e baklava

Almoço e sobremesa

A salada grega de verdade não leva alface: é tomate, pepino, cebola, azeitona e um bloco de queijo feta por cima. De sobremesa, baklava, de massa folhada com nozes e mel.

Salada grega com tomate, pepino, azeitona e queijo feta numa tigela
A horiatiki, a salada grega de verdade: sem alface e com o feta em bloco.

8. Melhor época para ir

Jan
Fev
Mar
Abr
Mai
Jun
Jul
Ago
Set
Out
Nov
Dez
Ótimo Bom Fora de temporada

Maio, junho e setembro são os melhores meses, e não é opinião solta: é quando o calor está bom, o mar já aqueceu e não há a multidão de julho e agosto. Setembro costuma ser o mais tranquilo dos três.

Julho e agosto funcionam, mas são o auge: calor forte, ilhas cheias e preço mais alto. Abril e outubro servem bem para Atenas e para conhecer as vilas, só que o mar ainda está frio em abril e em outubro muitos estabelecimentos das ilhas já começam a fechar.

De novembro a março a maior parte da estrutura turística das ilhas fecha e as travessias de balsa diminuem muito. Atenas continua ótima no inverno — mas aí é outra viagem, de cidade e museu.

Dica Onyx: existe um vento no Egeu chamado meltemi que sopra forte no verão e chega a cancelar travessia de balsa. Por isso eu nunca marco a última balsa colada no voo de volta — sempre deixo uma folga, ou volto de avião. É um detalhe que não aparece em roteiro pronto da internet e que já salvou cliente meu de perder o voo.

9. Roteiro de 10 dias, dia a dia

Dez dias contando a saída do Brasil e a volta dão 8 noites na Grécia: 3 em Atenas, 2 em Mykonos e 3 em Santorini. Dois dias vão embora em voo e conexão — não tem jeito.

  1. 1

    Saída do Brasil

    Voo à noite, com conexão na Europa. Se a conexão for longa, vale escolher a que permite sair do aeroporto e esticar as pernas.

    👧 Com crianças: peça as poltronas da primeira fileira na hora da reserva — é onde cabe o berço e sobra espaço.
  2. 2

    Chegada em Atenas

    Metrô da linha 3 até o centro, check-in e nada de ambicioso: uma volta por Plaka, jantar numa taverna e dormir cedo para zerar o fuso.

    👧 Com crianças: primeiro dia sem passeio marcado é o que salva o resto da viagem.
  3. 3

    Acrópole e Museu

    Entrada das 8h na Acrópole, antes do calor. Descida pelo Museu da Acrópole e almoço em Plaka. À tarde, Monastiraki e o mercado.

    👧 Com crianças: o museu tem o chão de vidro sobre a escavação — costuma agradar mais que as ruínas.
  4. 4

    Atenas com calma

    Ágora Antiga, Templo de Zeus Olímpico e o Monte Licabeto no fim da tarde. Quem preferir, troca tudo pelo bate-volta ao Cabo Sounion.

    👧 Com crianças: a subida do Licabeto já é um passeio, e a vista lá de cima paga o esforço.
  5. 5

    Balsa para Mykonos

    Travessia de manhã, chegada na hora do almoço e a tarde na Chora: os moinhos, as ruas brancas e o pôr do sol na Little Venice.

    👧 Com crianças: aqui é onde eu troco Mykonos por Naxos — mar raso, praia com taverna ao lado e bem mais em conta.
  6. 6

    Delos de manhã, praia à tarde

    Barco cedo para Delos, a ilha-sítio arqueológico, e volta no começo da tarde. Depois, praia — todas são públicas.

    👧 Com crianças: Delos é sol aberto e pedra, sem sombra. Com criança pequena, troque por um dia de praia.
  7. 7

    Balsa para Santorini

    De 2 a 3 horas e meia de travessia. Transfer já combinado de Athinios até a vila, check-in e o primeiro fim de tarde olhando a caldeira.

    👧 Com crianças: prefira a balsa convencional neste trecho: é maior, mais estável e tem onde andar a bordo.
  8. 8

    O vulcão e as fontes termais

    Passeio de barco pela caldeira até Nea Kameni, a ilha vulcânica no meio, com parada para banho nas águas termais.

    👧 Com crianças: a subida do vulcão é pedra solta e sem sombra — leve tênis fechado e água.
  9. 9

    Oia e o pôr do sol

    Manhã nas praias de Perissa ou Kamari e a tarde em Oia, chegando cedo para pegar lugar no pôr do sol. É o cartão-postal da viagem.

    👧 Com crianças: Oia é escadaria atrás de escadaria. Carrinho de bebê ali não anda — vá de canguru.
  10. 10

    Volta para casa

    Voo de Santorini para Atenas, de 45 minutos, e conexão para o Brasil. É o dia em que vale pagar o avião em vez de arriscar a balsa.

E se eu tiver mais dias?

Este roteiro é o de primeira viagem: pega o essencial dos três lugares sem correr. Se você tiver 12 a 14 dias, a conta muda bastante, e vale:

O que eu não recomendo é usar os dias a mais para encaixar mais ilhas. Lembra da conta do começo: cada troca custa meio dia de porto e balsa. Em dez dias, três bases é o limite saudável. Em catorze, quatro.

Mesas de restaurante à beira-mar em Mykonos, com cadeiras brancas e azuis
Jantar com o pé na água em Mykonos: é a conta mais salgada da viagem — e a foto que todo mundo leva.

10. Quanto custa estando lá

Os valores abaixo são de uma pesquisa feita em outubro de 2026, com pelo menos três fontes para cada item, e os ingressos vêm do próprio Ministério da Cultura da Grécia. Estão em euro de propósito: converter para real envelhece rápido. Confirme comigo antes de viajar — eu checo os valores do momento quando preparo o seu pacote.

ItemValor de referência
Acrópole de Atenas €30 por pessoaPreço do Ministério da Cultura. Meia €15. Entrada por horário marcado, escolhido na compra.
Museu da Acrópole €20 por pessoaIngresso separado do sítio. Meia €10.
Ilha de Delos
(saindo de Mykonos)
≈ €12 a entradaO barco de ida e volta é pago à parte. Passeio com agência e guia sai a partir de uns €40.
Gyros ou souvlaki
de rua
€4 a €8 por pessoaA refeição barata da Grécia, e boa. Vale em Atenas e nas ilhas.
Taverna comum €15 a €25 em Atenas
€20 a €35 nas ilhas
Prato principal com bebida. As porções costumam dar para dividir.
Restaurante bom
com vista para a caldeira
€40 a €70 por pessoaO jantar de comemoração em Santorini ou na Little Venice. Reserve com antecedência no verão.

Uma observação que economiza dinheiro todos os dias: restaurante de frente para o mar cobra de 20% a 30% a mais pelo mesmo prato. Subir uma rua, para a taverna de bairro, resolve — e normalmente a comida é melhor. A gorjeta na Grécia costuma ficar entre 5% e 10%.

Estimativa de gasto por dia, por pessoa

Dia tranquilo €45 a €75 Gyros no almoço, taverna à noite, água e um transporte local.
Dia com passeio €90 a €160 Um ingresso ou passeio de barco, almoço fora e jantar bom.

Esses valores não incluem passagem aérea nem hotel, que já entram no pacote, nem compras. Em julho e agosto, considere algo entre 20% e 30% a mais.

11. O que saber antes de viajar

O que dizem nossos clientes

★★★★★

"Tivemos uma experiência com a Onyx desde o primeiro contato. Atendimento diferenciado, sempre buscando saber se tínhamos alguma dúvida ou se estávamos precisando de algo, isso antes mesmo da viagem! Mesmo a distância esteve próximo a nós do início ao fim da nossa viagem, preocupado se tudo estava saindo conforme estávamos esperando. Com certeza esse foi o primeiro de muitas viagens que faremos com eles."

Danielle Gomes Rafael
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Marcos Krausburg de Araujo
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Por que ir com a Onyx Viagens

Numa viagem para a Grécia, o que mais dá errado não é o passeio: é a emenda. A conexão apertada demais, a balsa marcada em cima do voo de volta, o transfer que ninguém contratou no porto de Santorini. É disso que eu cuido:

Do orçamento até a volta para casa, você fala com uma pessoa de verdade — sem robô e sem letra miúda.

Douglas Gambim, consultor de viagens da Onyx Viagens
Quem escreve

Douglas Gambim

Consultor de viagens, à frente da Onyx Viagens. Trabalho com pacotes e roteiros personalizados, com foco em Nordeste, Europa e cruzeiros — e acompanho cada cliente do orçamento até a volta.

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Perguntas rápidas

Brasileiro precisa de visto para a Grécia?

Não para turismo de até 90 dias: a Grécia é Schengen e basta o passaporte válido. O ETIAS, a autorização eletrônica nova da Europa, ainda não entrou em vigor e segue adiado. Como a data pode mudar, a gente confere a exigência do momento antes da sua viagem.

Existe voo direto do Brasil para a Grécia?

Não. A viagem é sempre com conexão, em geral em Lisboa, Madri, Paris, Frankfurt, Roma ou Istambul. Somando tudo, são de 15 a 23 horas de porta a porta, dependendo da combinação e do tempo de espera.

Dá para conhecer a Grécia em 10 dias?

Dá para conhecer bem Atenas e duas ilhas, que é o que este roteiro faz. Dois dias vão embora em voo e conexão, sobrando cerca de 8 noites na Grécia. Para incluir uma terceira ilha ou ficar mais tempo em cada lugar, o ideal são de 12 a 14 dias.

Como se vai de uma ilha grega para a outra?

De balsa, na maior parte dos trechos. Entre Mykonos e Santorini são cerca de 2 a 3 horas de balsa rápida, e não há voo direto útil entre as duas. De Atenas para as ilhas existem as duas opções: balsa, saindo dos portos de Pireu ou Rafina, e voo doméstico, que leva cerca de 45 minutos.

Posso sair de Porto Alegre ou de outra cidade?

Sim. A Onyx cota voos saindo de Porto Alegre e de qualquer cidade do Brasil, e procura a combinação de conexões com menos espera — que numa viagem para a Europa faz muita diferença no cansaço.

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